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Pesquise :: Publicações Ecoar
Publicações Ecoar
As publicações podem ser adquiridas em livrarias,
no Instituto Ecoar pela Cidadania R. Rego Freitas 454, 2º andar, Vila Buarque -
São Paulo - SP, Telefax: (11) 3129-5765 e na Editora
Fundação Peirópolis pelo telefone (11) 3816-0699, fax
(11) 3816-6718, R, Girassol, 128 – Vila Madalena, CEP:
05433-000 – São Paulo – SP. Educação Ambiental
e Materiais Impressos: "É interessante observarmos, hoje, nos diferentes setores sociais, uma forte tendência em reconhecer o processo educativo como uma possibilidade de provocar mudanças e alterar o atual quadro de degradação do ambiente com o qual deparamos. Independente do modelo adotado para explicar o atual estado de agressão à natureza, o processo educativo sempre é apresentado como possibilidade de alteração desse quadro, isto é, como um agente eficaz de transformação...." "Somos todos
sujeitos e não objetos..." "A concepção de educação ambiental presente de forma quase hegemônica em projetos e programas atualmente no Brasil, aponta claramente "a construção e o fortalecimento da cidadania" como uma das principais vocações da educação ambiental. Nota-se, também, que no decorrer dos inúmeros debates específicos sobre educação ambiental, particularmente nos últimos cinco anos, certos princípios metodológicos e o comprometimento político da educação popular foram sendo de alguma forma incorporados por determinadas vertentes da educação ambiental..." Relações
de Gênero na Educação Ambiental: "Tratar temas ambientais de forma lúdica e prazerosa é característica apontada para os materiais paradidáticos e literários. Esta característica confere a estes materiais uma enorme importância na formação de leitores e leitoras, especialmente quando se iniciam no processo de escolarização. É através deles que as crianças/adolescentes tomarão contato de forma espontânea ou orientada com temas que apontam para novas relações entre humanidade/natureza na conquista de novas habilidades, novas atitudes, novos comportamentos..." Avaliando a
Educação Ambiental: "As classificações de jogos e brinquedos são muito numerosas, no decorrer dos tempos várias formas de organizar e categorizar brinquedos foram inventadas. O jogo é algo intrínseco a cultura humana e como função significante encerra em cada momento histórico um determinado sentido. Na nossa sociedade atual a relação entre jogo e educação tem sido muito discutida. Brincar é compreendido como um espaço privilegiado para as crianças recriarem a realidade vivida e compreendê-la. O jogo é portanto visto como um espaço de experimentação de regras, de troca de experiências, de afinamento de habilidades, de interação social, de comunicação, ..." A Imprensa "Especializada": "O papel desempenhado pela imprensa escrita na educação ambiental, no Brasil, é excessivamente variado, dependendo, quase a nível pessoal, dos jornalistas responsáveis pela redação dos artigos e reportagens sobre meio ambiente. Uma matéria sobre um tema simples, como a reciclagem de lixo, por exemplo, pode ser instrutiva e ajudar a formar opiniões, do mesmo modo como pode se transformar num instrumento político, sem informação ambiental ou pode traduzir conceitos errados e confundir o público..." A Educação
Ambiental na Literatura Infantil como Formadora da Consciência de Mundo "Partindo do atual conceito de Literatura, como palavra nomeadora do real e como expressão essencial do ser humano em suas relações com o outro e com o mundo (ou com a natureza em geral), conclui-se que a Literatura destinada às crianças e aos jovens é um dos instrumentos de maior alcance para a urgente conscientização ecológica desse grupo básico nas sociedades. Ou melhor, a Literatura Infanto-Juvenil é um dos caminhos mais fáceis para a conscientização dos imaturos acerca dos problemas que a Educação Ambiental vem colocando para a sociedade e que estão longe de poderem ser resolvidos..." O Discurso
da Educação Ambiental "Partimos do princípio de que, na perspectiva discursiva, os sentidos sempre podem ser outros. Há, entretanto, em todo discurso, uma relação tensa entre o que é estabilizado e o que é sujeito a equívoco, entre o mesmo e o diferente, entre a paráfrase e a polissemia. Há um trabalho da interpretação que se fixa. Há o desejo de um mundo semanticamente normal em todo sujeito que faz com que haja um fechamento dos sentidos. O discurso da educação ambiental tende para este fechamento e é isto que procuramos compreender com esta reflexão..." O Cidadão e
a Coletividade: "Na avaliação dos resultados de um processo pedagógico, a questão da linguagem, muitas vezes, é tomada no sentido de uma adequação/ inadequação para determinado público, à qual poderá então ser relacionada, por sua vez, uma eficiência ou uma ineficiência dos materiais e dos mecanismos, enfim, da linguagem utilizada nesse processo. Uma abordagem histórico-discursiva, por outro lado, possibilita uma visão da educação ambiental a partir da sua inscrição na sociedade, deslocando essa questão da avaliação, da adequação da linguagem para as identificações produzidas pelos discursos..." "A Eloqüência
das Imagens em Vídeos de Educação Ambiental: Uma Análise Semiótica" Em sua abordagem
semiótica, Lúcia Santaella considera o conjunto dos vídeos analisados (uma amostragem
de 35 vídeos), como maneiras de produzir sentimentos de amor pela vida na Terra.
Para chegar a essa conclusão, a autora estabelece as bases teóricas para de
seu percurso analítico na fenomenologia de Peirce, especialmente a ética e a
estética, e traz as diferentes naturezas das mensagens e das linguagens (vídeo-documentário,
vídeo-reportagem, vídeo-denúncia, vídeo-didático, vídeo-narrativo, vídeo-poético
e os mistos). Os vídeos são percebidos como signos que representam as questões
ambientais, seu objeto, para produzir os efeitos de interpretação em seus espectadores.
A análise aprofunda as formas, os significados e as interpretações pelos quais
os referentes, ou objetos do signo, são apresentados. "Propostas
para a Instrumentalização de uma Educação Ambiental Transformadora" Como contraponto
a essa visão mais estética do material, se situa a abordagem política, propondo
argumentos e conceitos para a instrumentalização de uma Educação Ambiental transformadora.
Este capítulo, escrito a oito mãos por uma equipe multidisciplinar - Eda Tassara,
física, Marcos Sorrentino, biólogo e educador ambiental, Marcelo Tassara, físico
e professor de cinema e Rachel Trajber, antropóloga e educadora - se propõe
a analisar os vídeos a partir de um olhar engajado em uma concepção explícita
de educação ambiental para sociedades sustentáveis. Desse local distante (U-topus)
foi proposta uma concepção sistêmica de Educação Ambiental que nos permite perceber
que qualquer material audiovisual pode ser utilizado com eficácia para instruir,
na medida em que os educadores se apropriam de seu papel de mobilizar os aprendizes
para a crítica e a ação comprometidas com a construção de uma vida melhor. "Educação Ambiental
e Linguagem aos Meios Audiovisuais: relatos e comentários bem a propósito" Ao fazermos uma
enquete entre as escolas vinculadas ao programa Estadão na Escola, para saber
o que elas costumavam utilizar para Educação Ambiental, recebemos como resposta:
programas da TV como Globo Ecologia (Rede Globo), Repórter Eco (TV Cultura)
e o grande citado foi o "Ilha das Flores". Vimos então que se tornava importante
inserir um ponto de vista mais técnico, não exclusivamente acadêmico que agregasse
a experiência prática de quem faz telejornalismo. Gregório Bacic trouxe essa
percepção de dentro e por trás dos bastidores da TV, do desenho dos programas,
da linguagem visual, mas também do áudio e, principalmente, uma reflexão sobre
a complexa interação entre educadores e comunicadores. "A Educação
Ambiental na Internet e em CD-ROM" Como para bem além dos vídeos, já vivemos no ciberespaço e território digital,
e tivemos que lidar com o novo universo tecnológico
do CD-ROM e da Internet, já repleto de produtos e mensagens,
responsáveis pela circulação de um vasto conjunto de
bens simbólicos e culturais. Em seu levantamento sobre
Educação Ambiental na Internet e em CD-ROM, José Manuel
Morán mostra sobretudo que qualquer trabalho de pesquisa
nesse admirável mundo novo se torna frustrante por ser
difícil distinguir o que é educação e o que é marketing.
Ele considerou os sites ambientais pouco interativos,
sem atualização tecnológica e de conteúdos, e, pior,
com pouca visão política. No que se refere à cultura
digital voltada para a educação, em outro artigo, Morán
propõe que "o papel do professor é o de acompanhar cada
aluno, incentivá-lo a resolver suas dúvidas, divulgar
as melhores descobertas". Segundo ele, "ensinar utilizando
a Internet pressupõe uma atitude do professor diferente
da convencional. O professor não é o informador, pois
a informação se encontra no veículo de comunicação que
integra cada vez mais as outras tecnologias. |
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