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Relatório de sustentabilidade ECOAR:

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Mudanças Climáticas :: O que é
O que é



O portal Justiça Climática Global para as comunidades pobres e vulneráveis terá como objetivo colocar o tema na agenda global, influenciar políticas de mitigação e adaptação no âmbito das convenções e acordos internacionais, regionais e/ou nacionais, e pleitear a destinação de recursos diretos dos fundos de adaptação para as comunidades pobres em todo mundo.


07/12 - COP15 - Justiça Climática Global está no ar

O hotsite do portal Justiça Climática Global está no ar, cadastre-se e faça parte desse movimento, ajude a construir uma ferramenta de Justiça Climática Global.



Acesse, clique aqui.


04/12 - AGENDA - ECOAR na COP15 - Justiça Climática Global


Ecoar promove durante a COP15 uma série de eventos para convocar os políticos, pesquisadores, organismos de financiamento, empresas públicas e privadas, ONGs, a refletirem sobre a questão da adaptação das comunidades desamparadas dos países pobres e em desenvolvimento às mudanças climáticas.

Lançaremos em Copenhagen, o projeto de construção do portal Justiça Climática Global para as comunidades pobres e vulneráveis, com o objetivo de colocar o tema na agenda global, influenciar políticas de mitigação e adaptação no âmbito das convenções e acordos internacionais, regionais e/ou nacionais, e pleitear a destinação de recursos diretos dos fundos de adaptação para as comunidades pobres em todo mundo.

Agenda ECOAR - Justiça Climatica Global

08 dez, 16h - WWF - Artic - Indigenous People's Day - Nytorv Square - Nytorv Station.
10 dez, das 17 as 21hs - KlimaForum - Brown Room - space V.
14 dez, das 13h às 17h - Brazilian Experiences on Climate Adapattion - at Verdens Kulture Center, adress: Norre Allé 2200 - Survival Academy Program.

Evento Principal

15 de dez - das 12h as 14hs - evento "Como as Populações Pobres vão se adaptar às Mudanças Climáticas "- Climate Rescue Station - ( tenda globo do Greenpeace) no Bella Center.




02/12 - COP 15 - Ecoar apresenta estratégias para Justiça Climática Global

O Planeta está aquecendo e os efeitos catastróficos que o aumento da temperatura provoca nas dinâmicas naturais já se fazem sentir gravemente em várias partes do mundo.

Comunidades rurais pobres na America Latina, África, Ásia não mais conseguem subsistir dos frutos do seu trabalho. Perdem suas colheitas e seus animais para as secas prolongadas ou para o excesso de chuvas, suas casas para a força dos ventos, seus filhos e velhos para as doenças de veiculação hídrica.

Sem condições de buscar formas de adaptação, migram em busca de terras mais férteis, menos alteradas. Assim, de lugar em lugar, estas comunidades transformam-se em refugiados do clima.

Nas periferias dos centros urbanos, milhões de pessoas vivem nos países pobres e em desenvolvimento, em áreas de alta vulnerabilidade ambiental como encostas de morro, áreas de várzea de rios, beira mar.

A cada ano, as chuvas chegam mais cedo, de forma torrencial e se prolongam por muitos dias, levando consigo as casas, os pequenos negócios, as escolas. Os ciclones e tornados deixam seu rastro de destruição em regiões por onde nunca haviam passado, ceifando vidas, sonhos, esperanças.

Chefes de estado, cientistas e ativistas reunidos na COP 15 discutem a mitigação da emissão dos Gases de Efeito Estufa e desenham acordos globais.

Sabendo da inexorabilidade do Aquecimento Global, discutem metas para manter a elevação de temperatura sob controle, mecanismos de financiamento e políticas de adaptação.

É urgente pensar em como os seres humanos vão adaptar suas estruturas físicas, seu modo de produção, de locomoção, seu modo de viver, às novas condições climáticas.

Países ricos já se preparam para enfrentar a subida do nível dos mares e os fenômenos extremos.

Centros de pesquisa trabalham febrilmente buscando sementes mais resistentes à seca e ao calor em busca da adaptação genética das culturas agrícolas para garantir a segurança alimentar da população mundial.

Empresas da área farmacêutica já se preparam para produção de remédios capazes de enfrentar o reaparecimento de doenças consideradas extintas e a propagação de doenças tropicais em países de clima temperado.

No entanto, nos países pobres e nos emergentes a questão da adaptação pouco ou quase nada se tem discutido a respeito dos efeitos das mudanças em comunidades de baixa renda que vivem em áreas rurais, urbanas e periurbanas.

Ecoar na COP15

Nós do ECOAR e da Universidade de York (Canadá) entendemos que é uma questão de justiça climática inserir as comunidades afetadas nesta discussão. Prover-lhes assistência técnica e financeira é uma questão de direitos humanos e de ética, e para isso, em Copenhagen, durante a COP 15, será anunciada a criação do portal Justiça Climática Global - Para as Comunidades Pobres e Vulneráveis, com o objetivo de colocar o tema na agenda global, influenciar políticas de mitigação e adaptação no âmbito das convenções e acordos internacionais, regionais e/ou nacionais, e pleitear a destinação de recursos diretos dos fundos de adaptação para as comunidades pobres em todo mundo.



Queremos influenciar financiadores, formadores de opinião e mídia para esta causa , sensibilizar a comunidade internacional sobre a ausência de políticas efetivas e fundos expressivos para adaptação das comunidades mais vulneráveis, e para as dramáticas conseqüências das mudanças climáticas em países pobres e em regiões pobres de países em desenvolvimento.

O portal Justiça Climática Global servirá de ferramenta para socializar pesquisas e estudos de vulnerabilidade em cada país; disponibilizar conhecimentos científicos e tradicionais que possam contribuir para a adaptação das comunidades, seja no âmbito do combate à seca e à desertificação, na construção de moradias mais resistentes, no incremento da resiliência do território afetado, no combate às doenças de veiculação hídrica.

Precisamos conhecer e socializar experiências exitosas em todo mundo, casos onde a junção de esforços das comunidades com movimentos sociais, ONGs, pesquisadores independentes, universidades, empresas e governos locais, tem possibilitado a permanência das comunidades em suas áreas de origem, melhorando substancialmente a qualidade ambiental do território e de vida das pessoas.

Ao mesmo tempo em que se adaptam a nova realidade climática, estas comunidades tem dado mostras de que também podem dar uma contribuição efetiva à mitigação das emissões, seja pela adoção de praticas agroecológicas de produção, seja pela produção limpa de energia por meio de aquecedores solares de baixo custo, produção de energia com a utilização de dejetos animais e assim por diante.

O portal ainda possibilitará a construção de um fórum virtual para troca destas experiências, um ambiente virtual onde comunidades, movimentos sociais, ONGs possam publicar seus projetos, aprimorá-los, interconectá-los em rede; onde especialistas possa disponibilizar seus estudos e as novidades cientificas e tecnológicas, onde o saber das populações tradicionais possam ser reavivados, relembrados, ajudando comunidades a se readequarem aos ciclos da natureza; um espaço onde empresas, fundos e pessoas físicas que se preocupam com as comunidades pobres possam conhecer suas dificuldades e as iniciativas em curso e contribuir diretamente com elas, sem a inútil e demorada burocracia que assola os sistemas regulares de financiamento.

O Instituto Ecoar estará apresentado o portal Justiça Climática Global no espaço de exposições do Bella Center, sede oficial da COP 15 em Copenhagen, de 12 a 18 de dezembro.

PROGRAMAÇÃO

1- On 08 december, 4 pm, at Indigenous People's Day -Nytorv Square - Nytorv Station.

2 - On 10 december, from 5 to 9 pm, at KlimaForum - Brown Room - space V - BARCA (Brazilian Actions Resiliance Climate Adaptation).

3- On 14 december - 1 to 5 pm - Brazilian Experiences on Climate Adapattion - at Verdens Kulture Center, adress: Norre Allé 2200 -within Survival Academy Program.

4- On 15 december - at noon - How will disenfranchized people addapt to climate chance? at GreenPeace space - Bella Center.

Também teremos 1 espaço de exposições no setor das ONGs do Bella Center do dia 12 ao dia 17 de dezembro, onde montaremos uma criativa e original amostra do nosso trabalho.



As mudanças climáticas antropogênicas são o resultado de um modelo civilizatório, de longo prazo, baseado em valores e princípios antinaturais, que estão levando a biosfera a um desequilíbrio perigoso para a manutenção da existência de nossa espécie. Já se sabe cientificamente que apesar da vida - entendida como todo o conjunto de organismos de nosso planeta -não estar ameaçada de extinção, ela certamente sofrerá uma enorme redução de sua diversidade o que contribuirá para ameaçar a sobrevivência, com qualidade de vida, de grande parte da humanidade.

Os riscos inerentes ao aquecimento global são os efeitos catastróficos que ele provoca nas dinâmicas naturais do Planeta, tais como: alterações das correntes marítimas, alteração do pH marinho, mudança da faixa de costa dos continentes, alterações em regimes de chuvas e de estações, alterações nas correntes atmosféricas, intensificação dos tornados, enchentes, acentuação de eventos climáticos extremos com longos períodos de altas temperaturas, alternadas com frios intensos, desertificação etc.

O ECOAR acredita que apenas um trabalho sinérgico entre o poder público, a ciência, a sociedade civil organizada e ós meios de comunicação, pode alterar os rumos catastróficos das mudanças climáticas em curso.

Para enfrentar estes novos desafios, um conjunto de ações deve ser implantado o quanto antes e em grande escala. Ações que implicam em mudanças na nossa maneira de viver, produzir, consumir, descartar e nos locomover. O Instituto Ecoar atua há mais de 10 anos nas questões relacionadas ao aquecimento global, desenvolve projetos e programas para sensibilizar, informar, disponibilizar repertório e educar a população para a construir o caminho da mudança de um paradigma predatório e excludente no qual vivemos para um paradigma sustentável, que respeite todas as formas de vida, preserve os sistemas naturais e promova a melhoria da qualidade de vida de toda a população do Planeta.




Educação Ambiental em tempos de Mudanças Climáticas

Conheça texto-base que será utilizado para formulação de documento referencia na abordagem da Educação Ambiental em relação às Mudanças Climáticas. Este texto foi produzido no encontro realizado pelo Instituto Ecoar e a WWF Brasil em Brasília na data de 25 de junho de 2009 , encontro que reuniu 25 educadores ambientais, representando todas as regiões do país, para discutir o papel dos educadores ambietais frente ao desafio do Aquecimento Global.




1. Introdução

O aquecimento global, provocado pelo acúmulo de gases de efeito estufa na atmosfera, causa profundas mudanças no sistema climático comprometendo e ameaçando a qualidade de vida no Planeta. O enfrentamento desta questão se apresenta como um dos desafios mais importantes que a humanidade já enfrentou.
O cenário das Mudanças do Clima é complexo, multidisciplinar e abrangente e, de uma forma ou de outra, em maior ou menor escala, suas conseqüências afetarão a todos em todos os lugares.

O cenário climático atual exige a constituição de novas escolhas no estilo de vida de nossa sociedade, mudanças de atitudes individuais e coletivas na relação com o meio natural, rupturas paradigmáticas, mudanças de valores no uso e apropriação dos recursos e fontes energéticas e a experimentação de diferentes encontros-subjetividades no cotidiano.

O WWF-Brasil e o Instituto Ecoar, juntamente com membros de Universidades, das Redes de Educação Ambiental e de organizações não governamentais, entendem que a Educação Ambiental brasileira, em sua missão transformadora, pode desempenhar um papel essencial na promoção de uma profunda reflexão sobre o paradigma vigente.

Pode atuar no estímulo ao engajamento da sociedade, na disponibilização de aporte teórico aos educadores e agentes sociais para que atuem qualificadamente no combate ao aquecimento global, tanto no plano educativo como na implementação de agendas ambientais e projetos práticos (conservação de florestas, redução da pegada ecológica, energia, construções verdes, consumo sustentável, reciclagem, agricultura sustentável), na redução de nosso impacto no meio ambiente e na influência de políticas públicas que contribuam com a construção de sociedades sustentáveis.

Assim, as duas instituições promoveram no dia 25 de junho de 2009 em Brasília um encontro com educadores e educadoras ambientais das diversas regiões do país com o intuito de contribuir para um grande debate nacional sobre a interface Educação Ambiental /Mudanças Climáticas.

O resultado deste encontro está refletido no documento base, que passamos a apresentar e que está ancorado em princípios e diretrizes do Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global (1992) e no Eixo Temático IV (Educação e Cidadania Ambiental) do documento aprovado na III Conferência Nacional de Meio Ambiente (2008).

2. A Educação Ambiental perante as mudanças climáticas

Uma relativa inércia da sociedade frente à questão das mudanças climáticas decorre tanto do desconhecimento do fenômeno quanto do afastamento generalizado da vida política.

A não percepção das conexões existentes entre nossas opções cotidianas de locomoção, a emissão de gases de efeito estufa e o conseqüente aumento da temperatura da Terra; entre o desmatamento da Amazônia e da Mata Atlântica e a desertificação em partes do sul do país; a quantidade de resíduos produzidos e o aumento do nível dos oceanos; o assoreamento dos rios, a impermeabilização de solos e as enchentes; o consumo desenfreado e o esgotamento dos recursos naturais demonstram, de forma inequívoca, a necessidade da Educação Ambiental se voltar para este tema de forma critica e transformadora.

A Educação Ambiental pode lançar um novo olhar sobre as Mudanças Climáticas que não seja apenas pautado por alternativas mercadológicas e tecnológicas, mas que aponte para transformações sociais que permitam enfrentar e minimizar as causas da degradação socioambiental, que tem no aquecimento global a sua mais explícita tradução.

À EA cabe aprofundar o debate junto à sociedade e governos sobre o aquecimento da Terra e as mudanças socioambientais globais promovendo questionamentos sobre a manutenção da Vida e os nossos destinos enquanto humanos e humanidade apresentando propostas articuladoras que agreguem conhecimento local às novas tecnologias,

A EA pode ser o campo do conhecimento que explicita a complexidade da crise civilizatória e coloca este paradigma na reconstrução das práticas pedagógicas e sociais, um instrumento que promova uma ampla reflexão sobre a problemática da governança planetária; pode fazer a mediação entre a base da sociedade, os governos e organismos internacionais, apresentando propostas articuladoras que agreguem conhecimento científico, saberes locais e tecnologias de informação e comunicação, e estimulando ainda o acompanhamento das ações de gestores e parlamentares.

É essencial que o educador e a educadora ambiental estejam atentos para a complexidade da crise ambiental cuja compreensão é fundamental para a manutenção da vida no Planeta.

Dessa forma propomos a busca de diferentes caminhos, de elaborar e disseminar informações e processos de construção de conhecimentos, requisitos essenciais ao enfrentamento dos desafios do nosso tempo.

Para tanto, precisamos, com rapidez, “traduzir” nossas leituras sobre os cenários atuais – aquecimento global e mudanças socioambientais globais, visando objetivamente instrumentalizar os sujeitos de todas as localidades, de todos os extratos sociais, de todas as tendências políticas, de todas as religiões e culturas a constituir uma macro-visão sobre o tema, de forma a exercermos nossa cidadania planetária e a justiça social.

3. A capilarização do conhecimento sobre o fenômeno do aquecimento global e suas relações com as práticas e atitudes cotidianas

Diante da compreensão de que as mudanças climáticas são complexas e requerem visões múltiplas acreditamos que é necessário que os educadores e educadoras tenham acesso a materiais educativos de qualidade que tratem das raízes sócio-históricas culturais da questão, sejam voltados às ações locais, tendo o sabor, a cara, a linguagem e a cor local. Simples, apesar de estar embasados em conhecimento científico; complexos, porém de fácil utilização; ofereçam exemplos, experiências e possibilidades de releituras a partir do dia a dia das pessoas e comunidades e contemplem as realidades das comunidades urbana, rural, periurbana e da floresta.

No que tange ao conteúdo, sugerimos que tratem da problemática global, mas estejam em consonância com os problemas locais, regionais, que considerem a história dos grupos, a dimensão individual e coletiva, a conexão local/global, as relações de produção, consumo e descarte dos resíduos do modelo capitalista estabelecendo as conexões com as questões climáticas. Sugere-se ainda que contemplem a relação produção/consumo, norte/sul, justiça social/justiça ambiental, rural/urbano e que sejam perpassados por valores éticos e políticos.

4. A contribuição da EA na formulação de projetos práticos e políticas públicas transformadoras

Ao longo das ultimas décadas a Educação Ambiental tem promovido no Brasil milhares de projetos e ações locais que na maioria das vezes, são, de per si, mitigadores da emissão de gases de Efeito Estufa, uma vez que estão imbuídos de princípios, critérios e diretrizes ambientais e ecológicas.

No entanto, em uma visualização inicial, podemos identificar que não temos no campo da EA, indicadores e resultados que apontem especificamente para a redução de emissões e tampouco para a adaptação de comunidades vulneráveis aos efeitos do cenário climático que já se apresenta.

O esforço requerido é o de estabelecer os vínculos entre as experiências desenvolvidas, o aquecimento global e suas conseqüências, formulando metodologias para o planejamento e gestão participativos de projetos locais, práticos, mensuráveis e de inspiração transformadora.

Os dados, gráficos e mapas de vulnerabilidade existentes ou em elaboração das diversas regiões do país, disponibilizados pelo IPCC e outras instituições precisam ser apresentados às populações que estão sendo ou serão afetadas pelo fenômeno climático, acompanhados de análises e interpretações, causalidade, reflexão e propostas de ação. Os educadores e educadoras ambientais brasileiros têm habilidade e conhecimento para assumir este papel protagônico.

Como os ciclos da natureza são elementos cruciais na história dos povos tradicionais e na medida em que estes ciclos vêm sendo alterados pelo aquecimento global, gerando insegurança e instabilidade às comunidades, a atuação dos educadores ambientais nesta área precisa ser redimensionada à luz da nova realidade, não descartando o conhecimento tecnológico e a troca e diálogo de saberes.

A necessidade urgente de mudanças no estilo de vida e nos hábitos de consumo, de revisão do modelo econômico de produção, de transporte e locomoção, das práticas de descarte, dentre outros, exigem ações de grande abrangência. O diálogo e a relação com a mídia podem propiciar conquistas na disseminação de projetos voltados à sustentabilidade e à mudança de paradigma.

5. Conclusão e encaminhamentos

No encontro de Brasília foram estabelecidas 03 linhas de ação prioritárias da Educação Ambiental em relação às Mudanças Climáticas:

1. Mapeamento de ações, projetos e programas de EA no país e o estabelecimento de conexões entre seus resultados e a mitigação do aquecimento global;
2. Formação de formadores;
3. Inserção da EA em documentos, programas, fóruns e negociações que definem as políticas públicas de Mudanças Climáticas nos âmbitos nacional, estadual e municipal, como no eixo 06 do documento Base da Conferencia Nacional de Educação – CONAE.

Este documento será apresentado, para discussão e ampliação, no VI Fórum de Educação Ambiental no Rio de Janeiro e no Congresso Ibero Americano; será circulado nas redes de Educação Ambiental e fará parte do documento crítico do Observatório do Clima sobre o Plano Nacional de Mudanças Climáticas.

6. Relação dos participantes do encontro de Brasília

Antonio Fernando Guerra – Universidade do Vale do Itajaí, Rede Sul Brasileira de Educação Ambiental - REASUL
Bruno Reis - WWF – Brasil - DF
Efraim Neto– Rede de Jornalistas Ambientais - BA
Fabio Cascino – Instituto Paulo Freire - IPF - SP
Fabio Deboni – Educador - DF
Franklin de Paula Junior – Secretaria de Recursos Hídricos - MMA – DF
Heitor Medeiros – Universidade Estadual do Mato Grosso e Rede Matogrossense de Educação Ambiental - REMTEA – MT
Irineu Tamaio – WWF- Brasil - DF
José Luciano Araújo – Instituto Ecoar para a Cidadania – SP
Maria Alice Cintra (Lilite) – Grupo Ambientalista da Bahia - Gambá - BA
Luiz Ferraro - Universidade Estadual de Feira de Santana – BA
Marcos Sorrentino – ESALQ-USP – Piracicaba – SP
Maria Inês Gasparetto Higuchi – Instituto Nacional de Pesquisas Amazônicas - INPA - AM
Mariana Valente – WWF – Brasil - DF
Miriam Duailibi – Instituto Ecoar para a Cidadania – SP
Moema Viezzer – Instituto Comunicação Solidária - Comsol - PR
Rangel Mohedano – Coordenadoria Geral de Educação Ambiental - MEC – DF
Ricardo Burg – MMA - DF
Vângela Maria Nascimento – Secretaria Municipal de Meio Ambiente - Prefeitura de Rio Branco - AC


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